Mais um que não é meu, mas seguindo a mesma lógica do último.
" Contra o mundo
reversível e as idéias objetivadas. Cadaverizadas. O stop do pensamento que é
dinâmico. O indivíduo vitima do sistema. Fonte das injustiças clássicas. Das
injustiças românticas. E o esquecimento das conquistas interiores. "
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24.5.13
11.5.13
11.9.12
Qualé, Tolkien?
Odeio desistir a leitura de um livro pelo caminho, mas hoje desisti do Silmarilion depois de ler uns 20% da obra. Se quiser aprender sobre a formação de um continente, que seja o de São Pedro.
E curti pra caramba O Hobbit.
e.
E curti pra caramba O Hobbit.
e.
2.8.12
Kindle 4 no Brasil
ou "Informações que eu tentei encontrar antes de comprar meu Kindle e não encontrei".
Meninas e meninos, comprei um Kindle 4. Ou, como andam chamando, Kindle 4 NT SO (de non-touch special offers). E a questão é que eu estava em dúvida, e resolvi comprar mesmo assim. E aqui vão as respostas as minhas antigas dúvidas, que possivelmente são as dúvidas de muitos de vocês.
Primeiramente, porque eu decidi comprar de fato: lê livros, descobri que não tem stress conseguir livros de graça, tem wi-fi e navegador de internet e custa80 70 dólares. Feito, vale o risco. Para quem tem preguiça não tem tempo de ler todo o post, vale a pena pelos 80 70 dólares. Para quem quer saber mais, vambora. (sugiro antes ler os materiais disponíveis na própria amazon)
1) Como se compra Kindle do Brasil?
Dá pra encontrar em sites brasileiros e tal, mas nem perca tempo. Nesses lances coletivos de desconto tem uns caras conseguindo por 300 paus. Muito caro. No site da amazon.com, não tem as special offers e pega imposto certo quando vier para cá, finalizando em... uns 400 pila? Enfim, faça o seguinte:
Fale com aquela sua prima que vai pra Disney e peça se ela vai na BestBuy. Se é pacotão de agência, ela vai. "Prima, quando for na BestBuy, compra pra mim um Kindle? Não tem erro, é só pedir o Kindle maaais barato de todos.", e assim terás em mãos pagando 180 reais. Se ela quiser, pode abrir e jogar a caixa fora: só vem o Kindle, um cabo e uma folhinha de instruções inútil. O manual tá dentro dele, como ebook. Mas a caixa também não é grande. Se não me engano, é a mesma que eles usam para entregar livros pelo correio.
2) Vi que tem que registrar. Tem algum problema em usar o Kindle no Brasil?
Se não registrar, não tem como acessar os livros guardados, mas o registro é bem tranquilo, e no caso dessa versão não tem problemas, pelo que vi até agora. As versões mais sofisticadas tem problemas relacionados ao 3G, que não funciona fora dos EUA, e se você quiser comprar livrinhos com endereço no Brasil, é só comprar antes os Gift Cards da amazon com seu cartão de crédito internacional, adicioná-los na tua conta e usá-los para comprar o livro. Tem vários blogs por aí que explicam melhor que isso. Eu não tentei ainda. O wi-fi funciona tranquilo, e as propagandas aparecem igual.
3) E o tamanho do Kindle, os botões e tal?
Não é touchscreen. Resista ao impulso de enfiar o dedo na tela, só vai melecar. O que existem são botõezinhos embaixo: o que volta pra última página (não cheguei a contar quantas vezes, mas pode voltar um montão), o do teclado, o direcional com um "enter" no meio, o do menu contextual e o que volta pro menu principal. Além, claro, dos botões de virar a página, nas duas laterais, que permitem leitura com apenas uma e qualquer uma das mãos...
4) E como tira os special offers? Dá pra escolher o plano de fundo?
Sim. Mas as propagandas não são tão chatas. Tirá-las é apenas cosmético. Para alguns, elas poderiam até ser úteis, já que elas informam algumas ofertas especias (daí o nome) da Kindle store. Não é um processo muito trivial, e exige um tantinho de cuidado e conhecimento de informática, mas não há maiores riscos, pelo que vi. Aqui tem várias instruções diferentes, tanto para acessar o modo diagnóstico quanto eliminar propagandas e escolher plano de fundo. Em inglês. Divirtam-se!
5) O Kindle aceita PDF, histórias em quadrinhos, etc? Como se passa os arquivos?
Oh, ótima pergunta essa última, vamos começar por ela. No site da amazon não encontrei muita coisa. Eles focam muito em "bah, é só comprar" e "por e-mail com uma taxinha", mas não dizem que não dá dos outros jeitos. Well, pode-se abrir normalmente como dispositivo de armazenamento removível, localizar a pasta documents, copiar lá e pronto, aparece na home do Kindle, desde que seja um arquivo suportado.
Eu uso um programa chamado Calibre, que gerencia uma biblioteca, converte arquivos e sincroniza o seu Kindle - ou até outros diversos aparelhos - com o conteúdo que quiseres, ao teu comando. É ótimo, porque organiza dentro do Kindle em pastas por autores e converte o que baixares, que provavelmente vai ser ePub, não suportado (acho) nativamente pelo Kindle. Assim, converta o que for para MOBI e feito. Dá pra fazer isso até com histórias em quadrinhos. O outro método que eu uso bastante é enviar algo anexado em um e-mail para o username@Kindle.com, funciona legal e é de graça, pois não está usando a tal da Whispernet. Mais adiante eu explico o que é isso, caso também tenham ficado com um pé atrás. Usando esse último método, é só conectar o wi-fi, esperar uns minutos (às vezes mais, às vezes menos) e o arquivo aparece no menu principal.
E como pode-se ver acima, quadrinhos funcionam. Mas lembre que é menor do que um livro de bolso. Apenas adicione à sua biblioteca do Calibre os arquivos CBZ e converta para MOBI. As letras ficam bem miudinhas - pensei até em usar uma lupa para ler - , mas não é necessário taaanto esforço, e a conversão de cor é eficiente. Não pesquisei muito a fundo, mas não consegui converter arquivos CBR, mas é fácil de contornar o problema: simplesmente renomeie seu arquivo.cbr para arquivo.rar, extraia e terás uma pasta cheia de imagens. Depois, compacte de novo, desta vez para arquivo.zip e renomeie para arquivo.cbz. No meu compactador - o que vem imbutido no Ubuntu - posso converter diretamente para cbz. Talvez no teu dê também, verifique. E se quiser saber um pouco sobre os formatos, google it. Tem em vários lugares.
O Kindle também aceita PDF's nativamente. Ficou empolgado? Eu também, e daí testei, e vi que não é tudo aquilo. Ao se jogar o PDF lá dentro como se fosse um pendrive, ele reconhece, mas exibe como se fosse imagem. Não se pode mexer no tamanho da fonte, tem que navegar com zoom, essas coisas que dão um certo trabalho, ainda mais num negócio que é menor que livros e que tem uma tela com atualização bem lenta. Funciona para quebrar galho, mas não é bom. Ah, mas eu posso converter, né? Poder, pode. Mas o PDF tem um problema sério: ele tem quebras de linha. Se convertido pra .mobi essas quebras permanecem, não importa em que ponto da linha. Talvez tenha uma configuração do Calibre que arrume isso, mas não consegui ainda. Ou até outro programinha, de OCR talvez...
O que eu já fiz para arquivos curtos que sejam puro texto foi copiar todo o texto, colar no editor de texto mais simples possível, substituir com Find & Replace todos as quebras por espaços e salvar em html, outro arquivo que o Kindle suporta nativamente e muito bem, por sinal, para coisas de página ou duas.
6) E navegar na internet no Kindle?
É completamente possível, apesar da baixa atualização da tela e da falta de teclado. Mas se usares a internet para uma eventual visita a algum dos teus "marcadores" (mesma coisa que favoritos), é bem tranquilo. Claro, não se pode olhar vídeos, jogos, coisas que exijam mais de uma janela e por aí vai. O meu até já trancou em alguns testes, mas em sites com conteúdo claramente não suportado pelo Kindle. Para ler blogs e navegar eventualmente na Wikipédia, é super cômodo.
7) E essa tela e-ink marota aí?
8) E a amazon.com e essa Whispernet confusa aí?
Whispernet é o mecanismo de entrega de dados sem fio pro Kindle, utilizando 3g. Ou seja: não nos interessa. E quanto a amazon: tenho a tendência de desconfiar de qualquer grande corporação, e me preocupei a princípio com a dependência imposta pela empresa. Nas primeiras gerações de Kindle realmente era quase Apple o negócio, mas agora acho que aprenderam a relaxar. Por exemplo, um tempo atrás a senha do modo root era 'mario', simples assim. Por enquanto, tudo bem. Mas fiquemos de olho.
----------
Se tu gostas de ler, tem pouca grana e/ou teus interesses não são encontrados nas livrarias, o Kindle é um aparelho muito legal, pagando esses R$ 180,00. Ele pode ser configurado em português, mas a interface é tão simples que não faz diferença, e como a maioria dos ebooks disponíveis na internet são em inglês, sugiro saber ler inglês. Nada muuuuito profundo, já que o Kindle vem com dicionário Inglês-Inglês. E português, espanhol, italiano, alemão e francês. Para mim, se resume a três funções: ler, pesquisar na internet e consultar os dicionários. E, levando em consideração o preço dos eBooks, maioria em inglês, a variedade de bibliotecas físicas ao meu dispor e o meu gosto por quadrinhos e outros livros 'bonitos', o papel não morre nunca.
Caso você tenha comprado um, dê uma olhada nisso, nisso e nisso... E há um torrent grandão com muuuitos livros em português rolando por aí. Pena que perdi o arquivo, senão passava pra galera.
Meninas e meninos, comprei um Kindle 4. Ou, como andam chamando, Kindle 4 NT SO (de non-touch special offers). E a questão é que eu estava em dúvida, e resolvi comprar mesmo assim. E aqui vão as respostas as minhas antigas dúvidas, que possivelmente são as dúvidas de muitos de vocês.
Primeiramente, porque eu decidi comprar de fato: lê livros, descobri que não tem stress conseguir livros de graça, tem wi-fi e navegador de internet e custa
1) Como se compra Kindle do Brasil?
Dá pra encontrar em sites brasileiros e tal, mas nem perca tempo. Nesses lances coletivos de desconto tem uns caras conseguindo por 300 paus. Muito caro. No site da amazon.com, não tem as special offers e pega imposto certo quando vier para cá, finalizando em... uns 400 pila? Enfim, faça o seguinte:
Fale com aquela sua prima que vai pra Disney e peça se ela vai na BestBuy. Se é pacotão de agência, ela vai. "Prima, quando for na BestBuy, compra pra mim um Kindle? Não tem erro, é só pedir o Kindle maaais barato de todos.", e assim terás em mãos pagando 180 reais. Se ela quiser, pode abrir e jogar a caixa fora: só vem o Kindle, um cabo e uma folhinha de instruções inútil. O manual tá dentro dele, como ebook. Mas a caixa também não é grande. Se não me engano, é a mesma que eles usam para entregar livros pelo correio.
2) Vi que tem que registrar. Tem algum problema em usar o Kindle no Brasil?
Se não registrar, não tem como acessar os livros guardados, mas o registro é bem tranquilo, e no caso dessa versão não tem problemas, pelo que vi até agora. As versões mais sofisticadas tem problemas relacionados ao 3G, que não funciona fora dos EUA, e se você quiser comprar livrinhos com endereço no Brasil, é só comprar antes os Gift Cards da amazon com seu cartão de crédito internacional, adicioná-los na tua conta e usá-los para comprar o livro. Tem vários blogs por aí que explicam melhor que isso. Eu não tentei ainda. O wi-fi funciona tranquilo, e as propagandas aparecem igual.
3) E o tamanho do Kindle, os botões e tal?
Não é touchscreen. Resista ao impulso de enfiar o dedo na tela, só vai melecar. O que existem são botõezinhos embaixo: o que volta pra última página (não cheguei a contar quantas vezes, mas pode voltar um montão), o do teclado, o direcional com um "enter" no meio, o do menu contextual e o que volta pro menu principal. Além, claro, dos botões de virar a página, nas duas laterais, que permitem leitura com apenas uma e qualquer uma das mãos...
Confesso que achei o Kindle pequeno. O que é bom, pq cabe tranquilo em qualquer canto e é leve, mas ruim pq um dos meus primeiros incentivos a comprar um foi a quantidade (e os preços) dos livros da faculdade, que são todos grandes e cheios de figuras. Não vai rolar direito pra isso... Abaixo tem a comparação dele com uma folha A4, um L&PM Pocket e minha mãozona. Para ler texto normal o tamanho é excelente. Para navegar na internet, tranquilamente tolerável. Para imagens e HQ's comuns, complicado, mas quebra o galho.
E o teclado? Parece o do Super Nintendo, no qual tu tens que navegar até a letra e selecioná-la, depois a outra, e a outra... Mas, na real, é muuuito melhor do que eu imaginava. Muito mais fácil de usar do que em quase qualquer celular touchscreen metido a besta. A digitação não é tão lenta, mas ainda assim não é muuito bom para escrever coisas grandes. Pesquisar no google ou nos dicionários imbutidos é tranquilo, digitar endereços também. E todos sabemos que não é pra ficar atualizando o status do facebook e pulando dum lado pro outro, mas digitar uma pesquisa ou endereço específico e ler. Wikipédia é bem bacana no Kindle. Mas já estou invadindo a outra pergunta.
4) E como tira os special offers? Dá pra escolher o plano de fundo?
Sim. Mas as propagandas não são tão chatas. Tirá-las é apenas cosmético. Para alguns, elas poderiam até ser úteis, já que elas informam algumas ofertas especias (daí o nome) da Kindle store. Não é um processo muito trivial, e exige um tantinho de cuidado e conhecimento de informática, mas não há maiores riscos, pelo que vi. Aqui tem várias instruções diferentes, tanto para acessar o modo diagnóstico quanto eliminar propagandas e escolher plano de fundo. Em inglês. Divirtam-se!
| Botão de menu dá acesso a várias coisas legais, como mudar o tamanho da fonte. |
5) O Kindle aceita PDF, histórias em quadrinhos, etc? Como se passa os arquivos?
Oh, ótima pergunta essa última, vamos começar por ela. No site da amazon não encontrei muita coisa. Eles focam muito em "bah, é só comprar" e "por e-mail com uma taxinha", mas não dizem que não dá dos outros jeitos. Well, pode-se abrir normalmente como dispositivo de armazenamento removível, localizar a pasta documents, copiar lá e pronto, aparece na home do Kindle, desde que seja um arquivo suportado.
Eu uso um programa chamado Calibre, que gerencia uma biblioteca, converte arquivos e sincroniza o seu Kindle - ou até outros diversos aparelhos - com o conteúdo que quiseres, ao teu comando. É ótimo, porque organiza dentro do Kindle em pastas por autores e converte o que baixares, que provavelmente vai ser ePub, não suportado (acho) nativamente pelo Kindle. Assim, converta o que for para MOBI e feito. Dá pra fazer isso até com histórias em quadrinhos. O outro método que eu uso bastante é enviar algo anexado em um e-mail para o username@Kindle.com, funciona legal e é de graça, pois não está usando a tal da Whispernet. Mais adiante eu explico o que é isso, caso também tenham ficado com um pé atrás. Usando esse último método, é só conectar o wi-fi, esperar uns minutos (às vezes mais, às vezes menos) e o arquivo aparece no menu principal.
E como pode-se ver acima, quadrinhos funcionam. Mas lembre que é menor do que um livro de bolso. Apenas adicione à sua biblioteca do Calibre os arquivos CBZ e converta para MOBI. As letras ficam bem miudinhas - pensei até em usar uma lupa para ler - , mas não é necessário taaanto esforço, e a conversão de cor é eficiente. Não pesquisei muito a fundo, mas não consegui converter arquivos CBR, mas é fácil de contornar o problema: simplesmente renomeie seu arquivo.cbr para arquivo.rar, extraia e terás uma pasta cheia de imagens. Depois, compacte de novo, desta vez para arquivo.zip e renomeie para arquivo.cbz. No meu compactador - o que vem imbutido no Ubuntu - posso converter diretamente para cbz. Talvez no teu dê também, verifique. E se quiser saber um pouco sobre os formatos, google it. Tem em vários lugares.
O Kindle também aceita PDF's nativamente. Ficou empolgado? Eu também, e daí testei, e vi que não é tudo aquilo. Ao se jogar o PDF lá dentro como se fosse um pendrive, ele reconhece, mas exibe como se fosse imagem. Não se pode mexer no tamanho da fonte, tem que navegar com zoom, essas coisas que dão um certo trabalho, ainda mais num negócio que é menor que livros e que tem uma tela com atualização bem lenta. Funciona para quebrar galho, mas não é bom. Ah, mas eu posso converter, né? Poder, pode. Mas o PDF tem um problema sério: ele tem quebras de linha. Se convertido pra .mobi essas quebras permanecem, não importa em que ponto da linha. Talvez tenha uma configuração do Calibre que arrume isso, mas não consegui ainda. Ou até outro programinha, de OCR talvez...
O que eu já fiz para arquivos curtos que sejam puro texto foi copiar todo o texto, colar no editor de texto mais simples possível, substituir com Find & Replace todos as quebras por espaços e salvar em html, outro arquivo que o Kindle suporta nativamente e muito bem, por sinal, para coisas de página ou duas.
6) E navegar na internet no Kindle?
É completamente possível, apesar da baixa atualização da tela e da falta de teclado. Mas se usares a internet para uma eventual visita a algum dos teus "marcadores" (mesma coisa que favoritos), é bem tranquilo. Claro, não se pode olhar vídeos, jogos, coisas que exijam mais de uma janela e por aí vai. O meu até já trancou em alguns testes, mas em sites com conteúdo claramente não suportado pelo Kindle. Para ler blogs e navegar eventualmente na Wikipédia, é super cômodo.
Destaque para duas coisas legais: o 'modo artigo', que permite ler posts e artigos, por exemplo, como se fosse um ebook, com ajuste de fonte e tudo, e o freekindlebooks.org, que permite baixar livros da internet diretamente para o Kindle, sem o intermédio do computador. Provavelmente há mais sites assim por aí, tenho que dar uma olhada.
7) E essa tela e-ink marota aí?
É muito diferente de qualquer coisa que eu já tenha visto, e é realmente muito boa para ler no sol, melhor do que papel, pois papel tende a refletir um pouco. A falta de iluminação não faz a menor falta, é só buscar um abajur ou qualquer coisa do gênero, como se faz com livros impressos. Para mais detalhes, só fuçe na internet, que tem duzentas explicações mais técnicas. Ela é escadalosamente econômica: com uso normal, a bateria durou 5 semanas para mim.
8) E a amazon.com e essa Whispernet confusa aí?
Whispernet é o mecanismo de entrega de dados sem fio pro Kindle, utilizando 3g. Ou seja: não nos interessa. E quanto a amazon: tenho a tendência de desconfiar de qualquer grande corporação, e me preocupei a princípio com a dependência imposta pela empresa. Nas primeiras gerações de Kindle realmente era quase Apple o negócio, mas agora acho que aprenderam a relaxar. Por exemplo, um tempo atrás a senha do modo root era 'mario', simples assim. Por enquanto, tudo bem. Mas fiquemos de olho.
----------
Se tu gostas de ler, tem pouca grana e/ou teus interesses não são encontrados nas livrarias, o Kindle é um aparelho muito legal, pagando esses R$ 180,00. Ele pode ser configurado em português, mas a interface é tão simples que não faz diferença, e como a maioria dos ebooks disponíveis na internet são em inglês, sugiro saber ler inglês. Nada muuuuito profundo, já que o Kindle vem com dicionário Inglês-Inglês. E português, espanhol, italiano, alemão e francês. Para mim, se resume a três funções: ler, pesquisar na internet e consultar os dicionários. E, levando em consideração o preço dos eBooks, maioria em inglês, a variedade de bibliotecas físicas ao meu dispor e o meu gosto por quadrinhos e outros livros 'bonitos', o papel não morre nunca.
Caso você tenha comprado um, dê uma olhada nisso, nisso e nisso... E há um torrent grandão com muuuitos livros em português rolando por aí. Pena que perdi o arquivo, senão passava pra galera.
e.
12.1.12
16.12.11
13.12.11
6.12.11
3.12.11
24.10.11
Leituras 2011 X - O Último Teorema de Fermat
Sempre me interessei pela história da matemática, e aí me indicaram esse livro. Na real, foi logo depois q saiu sobre o teorema na página de frente do google. O livro usa a saga de Andrew Wiles para desvendar o último teorema como plano de fundo para descrever os avanços pelos quais a matemática passou desde Pitágoras e antes. É uma leitura simples, leve e não muito profunda, ótima para leigos. Para não tão leigos, há uns apêndices no fim com algumas demonstrações, por exemplo.
O título do livro é meio q apenas um chamariz, o verdadeiro tema - minha opinião - é a matemática em si. Não faço a menor ideia de como foi demonstrado o último teorema, mas a leitura valeu cada página. Recomendadíssimo.
:)
22.10.11
Leituras 2011 IX - Diários de Bicicleta
Conjunto de crônicas, escritas pelo ex-Talking Heads David Byrne durante suas andanças pelo mundo. Byrne costuma viajar a várias metrópoles, e para se locomover de modo mais ágil e independente, leva sempre uma bicicleta na bagagem. Basicamente, o autor discorre a respeito das cidades e outros temas relacionados ao urbanismo, como arte e política.
É um livro bem despretensioso, apenas mostrando a opinião do autor, sem tentar evangelizar ninguém a respeito das suas ideias, e as crônicas são muitíssimo variadas, usando as cidades como um fino elo em comum entre elas. A impressão que dá é que David juntou suas anotações, editou um pouco, colocou num livro e pôs à venda. Na pior das hipóteses, não dá lucro. Para quem não tem muita ideia do quer ler e se interessa pelo tema, é um bom livro. Não me arrependo.
:)
29.8.11
Leituras 2011 VIII - Provos
Ou, no nome inteiro, "Provos: Amsterdam e o Nascimento da Contracultura", de Matteo Guarnaccia. Que, na verdade, foi meu primeiro livro inteiro lido em pdf. E pode ser baixado aqui.
Primeiro, sobre ler em pdf: Não gostei. É um saco ter q pegar o computador toda vez para ler, e como agora eu estou me policiando para ler um livro por vez, só posso ler no computador de noite. E nem dá pra ser na cama. "Ai, cara, compra um iPad...". Arrã, pode crer. Esses tablets são maravilhosos, sem dúvida. Mas ainda são extremamente caros, ao menos para mim. Talvez daqui a alguns anos, quando o laptop, o celular, o tablet e a camera fotográfica puderem ser carregados no mesmo adaptador. Mas por enquanto, pra mim, não passa de mais uma bugiganga.
"Tá, já entendi. E o livro, meu?" Sim, já chego lá. Encontrei esse livro em algum blog ligado à Massa Crítica de Porto Alegre, e pelo jeito é meio raro de encontrar em mídia "antiga". Mas até q não é complicado de encontrar para baixar. E, pela temática do livro, acho q os autores não ligam muito pr'essa "pirataria". Ou não deveriam.
Basicamente, a obra narra as "revoluções" ocorridas em Amsterdam na década de 60, que semearam a Amsterdam q conhecemos hoje. Na época, um grupo de jovens com tendencias/inclinações/influencias anarquistas começaram a discordar do statu quo da época, da influência estadounidense, do materialismo absurdo e de tradições notoriamente obsoletas. Adotaram, então, a provocação como forma de protesto (sacaram por que "Provos"?), reagindo pacificamente às intervenções violentas da polícia em seus "happenings" (não vou explicar, googleiem). O movimento foi um dos pioneiros em temas "modernos", como a ecologia, as bicicletas como meio de transporte urbano e a emancipação sexual. Muitas das diferenças de Amsterdam para outras cidades são fruto direto do movimento provo, q alcançou inclusive a Itália. Mas tudo está no livro, se quiserem saber mais.
Particularmente, este livro e o outro q comecei a ler (porque em pdf é chato) começaram a me fazer notar algo: a influência dos Estados Unidos na cultura. Sim, é bem clichê. Mas por que eu não conhecia os provos e conhecia os hippies, por exemplo? Por que diabos eu ouço quase que exclusivamente rock em inglês? Me parece que talvez a globalização esteja servindo apenas para difundir a mentalidade americana, pois não é possível q um país enorme como a Rússia, por exemplo, não tenha - só pra continuar no gênero - ótimas bandas de rock! E por aí vai, em praticamente todas as áreas. Até onde sei. Corrijam-me se acharem q estou errado.
Voltando ao assunto, o veredito: legal para quem quer conhecer do tema. Não é ruim, mas está longe do top 10. Certamente, vou me lembrar de alguns pontos do livro por anos, mas a maior parte já esqueci.
:)
18.6.11
Leituras 2011 VII - O Meu Everest
Terminei de ler esse já faz algum tempinho, mas só agora resolvi postar. As coisas estão meio corridas. Mas não tem stress, o blog quase não é acessado mesmo...
Bom, eu adoro montanhas. E quando vi a capa do livro pensei "Massa, sobre alguem q subiu o Everest!". E depois li na 'orelha' q o cara não subiu o Everest... Mas como assim? Seguinte: Luciano Pires é um cara "normal". Acima do peso, executivo de multinacional, família, filhos e estabilidade, pelo q parece. Aí ele conhece algo sobre a montanha, lê livros aqui, assiste a filmes ali, vai se aculturando e resolve ir até lá. E volta, inclusive. E escreve um livro depois. Sem heroísmos, sem pretensões, nada assim. Só uma "lição", digamos...
Não é o melhor de todos, nem de longe.
Mas está longe de ser ruim. Valeu a pena, mas deixo para vocês decidirem...
:D
Bom, eu adoro montanhas. E quando vi a capa do livro pensei "Massa, sobre alguem q subiu o Everest!". E depois li na 'orelha' q o cara não subiu o Everest... Mas como assim? Seguinte: Luciano Pires é um cara "normal". Acima do peso, executivo de multinacional, família, filhos e estabilidade, pelo q parece. Aí ele conhece algo sobre a montanha, lê livros aqui, assiste a filmes ali, vai se aculturando e resolve ir até lá. E volta, inclusive. E escreve um livro depois. Sem heroísmos, sem pretensões, nada assim. Só uma "lição", digamos...
Não é o melhor de todos, nem de longe.
Mas está longe de ser ruim. Valeu a pena, mas deixo para vocês decidirem...
:D
8.5.11
Leituras 2011 VI - Fabulário Geral do Delírio Cotidiano: Ereções, Ejaculações e Exibicionismos Vol. 2
Título comprido...
Há tempos que eu queria experimentar algo do Bukowski. No ínicio, enjoei um pouco da quantidade de sujeira e palavrões. Já tinha visto isso em "O Matador" (leitura obrigatória pra UFSM) e em "Feliz Ano-Novo" (UFRGS). Mas espera aí! Bukowski veio antes desses outros. Então li todo.
São contos, não sei quantos, basicamente sobre os "delírios cotidianos" da população urbana, meio autobiográfico, ambientado anos atrás (preguiça de extimar a década certa...). Há várias ideias interessantes espalhadas pelos contos.
Desculpem a brevidade, mas não estou nem aí. Ninguém lê mesmo...
Há tempos que eu queria experimentar algo do Bukowski. No ínicio, enjoei um pouco da quantidade de sujeira e palavrões. Já tinha visto isso em "O Matador" (leitura obrigatória pra UFSM) e em "Feliz Ano-Novo" (UFRGS). Mas espera aí! Bukowski veio antes desses outros. Então li todo.
São contos, não sei quantos, basicamente sobre os "delírios cotidianos" da população urbana, meio autobiográfico, ambientado anos atrás (preguiça de extimar a década certa...). Há várias ideias interessantes espalhadas pelos contos.
Desculpem a brevidade, mas não estou nem aí. Ninguém lê mesmo...
6.4.11
Leituras 2011 V - Logicomix
Uau, ritmo alucinante de postagens!
Well, quinto livro do ano. Primeiro em inglês. Segundo em quadrinhos. Basicamente, é a biografia de Bertrand Russell, filósofo e matemático em busca dos fundamentos da lógica. Portanto, dá muitas noções sobre lógica.
Pra quem é nerd o suficiente, achei excelente.
É do Apostolos Doxiadis, com Christos Papadimitriou. Sim, são gregos.
:D
Sugiram-me mais leituras!
Well, quinto livro do ano. Primeiro em inglês. Segundo em quadrinhos. Basicamente, é a biografia de Bertrand Russell, filósofo e matemático em busca dos fundamentos da lógica. Portanto, dá muitas noções sobre lógica.
Pra quem é nerd o suficiente, achei excelente.
É do Apostolos Doxiadis, com Christos Papadimitriou. Sim, são gregos.
:D
Sugiram-me mais leituras!
4.4.11
Leituras 2011 IV - Agosto 1914
O livro trata do iniciozinho da primeira guerra mundial, na perspectiva russa. Metade da obra é batalhas e batalhas e batalhas, bem chato. Tanto q pulei MUITAS páginas para ler as partes boas. No caso, essas partes se passavam na própria Rússia, dando uma noção do panorama social/político/econômico da época e alguns fatores q ocasionaram mais tarde a revolução de 17. Essas partes eram realmente boas.
Bem, com preguiça de escrever mais, apenas não recomendo o livro. Leiam, se quiserem, mas não deem muita prioridade...
:D
P.S.: Acho q é melhor deixar o nome do autor junto. Tags sempre ajudam...
Alexander Issaiévich Soljenítsin (em russo: Александр Исаевич Солженицын)
12.3.11
Leituras 2011 III - Os Vagabundos Iluminados
Uhm. Terceiro livro. Em três meses. De férias. Lento.
Se bem que nem tanto. Gastei grande parte do meu tempo das férias olhando Dexter, da segunda temporada à quinta. Recomendo, sério. E este também não é o terceiro livro q comecei a ler. Tem outro pela metade. Largado pq não é tããão bom assim. Mas esse é outra história.
Antes de ler "Vagabundos", sugiro a leitura de "On The Road", também do Jack Kerouac. Para quem conhece o primeiro, "Vagabundos" é mais ou menos a mesma coisa, mas mais espiritualizado e mais curtinho. Um dos temas principais é o zen-budismo. Li algo numa das resenhas sobre um "budismo distorcido", sem muito a ver com o "de verdade". Não faço a menor ideia.
A obra também fala algo de trilhas silvestres, escaladas, acampamentos, etc e tal. Aliás, o cara cita no saco de dormir estar "quentinho q nem uma torrada". No mínimo interessante.
Livro bom. Tão bom a ponto de me fazer interromper a leitura anterior. E barato, nessa edição L&PM Pocket. Vale a pena.
:D
P.S.: Post curto, mas não tô nem aí. Ninguém lê mesmo...
Se bem que nem tanto. Gastei grande parte do meu tempo das férias olhando Dexter, da segunda temporada à quinta. Recomendo, sério. E este também não é o terceiro livro q comecei a ler. Tem outro pela metade. Largado pq não é tããão bom assim. Mas esse é outra história.
Antes de ler "Vagabundos", sugiro a leitura de "On The Road", também do Jack Kerouac. Para quem conhece o primeiro, "Vagabundos" é mais ou menos a mesma coisa, mas mais espiritualizado e mais curtinho. Um dos temas principais é o zen-budismo. Li algo numa das resenhas sobre um "budismo distorcido", sem muito a ver com o "de verdade". Não faço a menor ideia.
A obra também fala algo de trilhas silvestres, escaladas, acampamentos, etc e tal. Aliás, o cara cita no saco de dormir estar "quentinho q nem uma torrada". No mínimo interessante.
Livro bom. Tão bom a ponto de me fazer interromper a leitura anterior. E barato, nessa edição L&PM Pocket. Vale a pena.
:D
P.S.: Post curto, mas não tô nem aí. Ninguém lê mesmo...
15.1.11
Leituras 2011 II - O Garoto no Convés
Segundo livro, pessoal. Do mesmo autor de "O Menino do Pijama Listrado", o q me deixou meio desconfiado da qualidade do livro. Não faltam casos de livros/filmes/discos q vendem pra caramba apenas no embalo do genuíno best seller lançado anteriormente pelo mesmo autor. Entretanto, o livro é muito bom.
Assim como "O Menino...", este livro é um romance de cunho precisamente histórico. Contudo, histórias sobre segunda guerra e holocausto, por mais chocantes q sejam, são inegavelmente mainstream demais. Desta vez, John Boyne escolheu um acontecimento muitíssimo mais underground: o motim no navio Bounty, no século XVIII. A obra descreve um panorama da Iglaterra na época, os precedentes do tal motim, o motim em si e a luta por sobrevivência da tripulação abandonada a deriva pelos amotinados, tudo pela óptica do garoto John Jacob Turnstile, personagem fictício, recrutado para a viagem quase q por acidente.
Desculpem pela brevidade, mas não quero estragar a surpresa de quem ainda quer ler. Gostei do livro. Não tanto quanto "Maus", mas ainda é um ótimo livro.
:D
9.1.11
Leituras 2011 I - Maus
Hey hey. No momento, estou em pleno Vestibular. Hoje, provas de física, literatura e inglês. Amanhã, língua portuguesa e a famigerada redação. Veremos...
Mas vamos ao q é importante: eu leio. E bastante. Mas não sei quanto. E lá por março do ano passado eu tive a ideia de anotar todos os livros lidos. Mas por aquelas alturas do ano, já havia perdido a conta. E agora, qm poderá me salvar? O nosso querido 2011, claro. Até agora, li um livro e meio, e contando. Vou efetivamente montar a lista, mas não em um papelzinho na minha escrivaninha. Primeiro, pq eu perderia ele facilmente. Segundo, pq provavelmente ficarei sem a escrivaninha em pouquíssimo tempo. "E por que não um arquivo no computador, cara?". É, eu também pensei nisso, mas minhas listas digitais não funcionam muito bem. Somem debaixo de pilhas de música, fotos e otras cositas más sem q eu note ou lembre de sua existência. E tentando achar uma ideia, o botãozinho laranja com aquele 'ß' branco aqui nos bookmarks piscou para mim. (o logo do blogger, sacaram?)
O nosso amado e reverenciado - e pretensioso - Chinelo e Meia anda meio parado (adoro esse paradoxinho...), e o autor não lembra como se faz para escrever. Acreditem, estou pagando um digitador neste post. Resumindo a coisa toda, q já tá virando zona, vou (tentar) postar todos os livros lidos por mim durante este ano, com talvez algum comentário, e aí tirem suas próprias cnclusões. Leiam os mesmos livros, comentem, discutam, tirem as roupas, vale tudo. E cheeega de papo furado.
Livro I - Maus (Art Spiegelman)

Grosseiramente, são três histórias: a biografia do pai do autor, um retrato das partes internas dos campos de concentração nazistas (em especial, Auschwitz) e, em menor escala, algo sobre o próprio autor, talvez uma metaliteratura. E é em quadrinhos! Adoro quadrinhos. Que não são coisa de criança, ao contrário do q pensa a grande maioria das pessoas. Puro preconceito. Vejam Persepolis, da Marjane Satrapi ou Um Contrato com Deus, do mestre Will Eisner. Mas voltando a Maus. A palavra "Maus" não significa "ruins", embora o trocadilho em português tenha ficado ótimo. Significa "ratos", em alemão. Por acaso, TODOS os personagens são animais. Ou personificações de animais. Judeus são ratos, alemães são gatos, há porcos, cães, cervos (viado, se tu não sabe) e outros vários. Não q seja importante, mas sim interessante.
A história segue a trajetória do pai do autor, q sobreviveu aos campos de concentração e todos os horrores da II G M. Alguns (muitos) detalhes q constam no livro, narrados pelo próprio Vladek Spiegelman, eram completamente desconhecidos para mim, apesar de tooodos os filmes, livros, etc e tal q existem sobre o período. O formato em quadrinhos permite, para quem não está acostumado, um belo exercício mental, ótimo para prevenir auzaimer, nénão?
Em três palavras? Gostei e recomendo. 'E' vale como palavra, né? Tá, não importa.
:D
Mas vamos ao q é importante: eu leio. E bastante. Mas não sei quanto. E lá por março do ano passado eu tive a ideia de anotar todos os livros lidos. Mas por aquelas alturas do ano, já havia perdido a conta. E agora, qm poderá me salvar? O nosso querido 2011, claro. Até agora, li um livro e meio, e contando. Vou efetivamente montar a lista, mas não em um papelzinho na minha escrivaninha. Primeiro, pq eu perderia ele facilmente. Segundo, pq provavelmente ficarei sem a escrivaninha em pouquíssimo tempo. "E por que não um arquivo no computador, cara?". É, eu também pensei nisso, mas minhas listas digitais não funcionam muito bem. Somem debaixo de pilhas de música, fotos e otras cositas más sem q eu note ou lembre de sua existência. E tentando achar uma ideia, o botãozinho laranja com aquele 'ß' branco aqui nos bookmarks piscou para mim. (o logo do blogger, sacaram?)
O nosso amado e reverenciado - e pretensioso - Chinelo e Meia anda meio parado (adoro esse paradoxinho...), e o autor não lembra como se faz para escrever. Acreditem, estou pagando um digitador neste post. Resumindo a coisa toda, q já tá virando zona, vou (tentar) postar todos os livros lidos por mim durante este ano, com talvez algum comentário, e aí tirem suas próprias cnclusões. Leiam os mesmos livros, comentem, discutam, tirem as roupas, vale tudo. E cheeega de papo furado.
Livro I - Maus (Art Spiegelman)

Grosseiramente, são três histórias: a biografia do pai do autor, um retrato das partes internas dos campos de concentração nazistas (em especial, Auschwitz) e, em menor escala, algo sobre o próprio autor, talvez uma metaliteratura. E é em quadrinhos! Adoro quadrinhos. Que não são coisa de criança, ao contrário do q pensa a grande maioria das pessoas. Puro preconceito. Vejam Persepolis, da Marjane Satrapi ou Um Contrato com Deus, do mestre Will Eisner. Mas voltando a Maus. A palavra "Maus" não significa "ruins", embora o trocadilho em português tenha ficado ótimo. Significa "ratos", em alemão. Por acaso, TODOS os personagens são animais. Ou personificações de animais. Judeus são ratos, alemães são gatos, há porcos, cães, cervos (viado, se tu não sabe) e outros vários. Não q seja importante, mas sim interessante.
A história segue a trajetória do pai do autor, q sobreviveu aos campos de concentração e todos os horrores da II G M. Alguns (muitos) detalhes q constam no livro, narrados pelo próprio Vladek Spiegelman, eram completamente desconhecidos para mim, apesar de tooodos os filmes, livros, etc e tal q existem sobre o período. O formato em quadrinhos permite, para quem não está acostumado, um belo exercício mental, ótimo para prevenir auzaimer, nénão?
Em três palavras? Gostei e recomendo. 'E' vale como palavra, né? Tá, não importa.
:D
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