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26.1.11

Sarna - Parte 09

Pessoal, começaram as minhas férias. Até pedalei de novo. Mas claro q faltava algo. E agora recomeço a me coçar, para continuar a construção da nossa amada Sarna! Na realidade, mesmo nas férias, tenho algumas coisas a mais a fazer tbm. E as férias serão curtas. Portanto, resolvi "associar-me" ao Fred, meu brou e carinha q fez dois caiaques. Assim, cada um faz um pouco (provavelmente ele mais q eu) e a coisa anda mais depressa.

O Fred estava construindo uma ooutra reclinada, baseada num quadro de Caloi T-Type. E ela quebrou. E já tinha umas quantas peças. E vamos usá-las na Sarna. E ele fez um banco. Q é o grande astro deste post.

  

Vejamos. O banco é de madeira, feito de acordo com as costas do criador, segundo o gosto dele. É bem menos inclinado q a ideia original da Sarna, o q não é de todo ruim, pq vai ficar um pouco mais alto. Entretanto, vamos ter q trabalhar em algo do quadro, uma mudança nos apoios e tal. O encosto/assento é feito com um compensado mais fino, dobrável. Os apoios longitudinais tbm são de compensado, mas mais firmes. Entre eles, uma rosca enorme com porcas limitando os apoios e segurando os suportes de baixo e os possíveis das costas. Como sempre, queridos(as) leitores(as), cliquem nas imagens caso não enxerguem direito...


A coisa toda tem, atualmente, 2,9 kg. Vai diminuir um pouco, porque retiraremos um dos suportes inferiores. Mas depois aumenta de novo, por causa de estofamento e essas frescurinhas todas. O banco tem 23 cm de largura, e a chapa do assento vai das minhas coxas até os meus ombros, seja lá quanto for isso.

Da figura aí de cima, o apoio do meio some, e a caixa de direção traseira fica entre o de trás e o atual "do meio". Ali vai ficar a parte de trás da direção remota - que será descrita em um post a parte - com dois cabos correndo praticamente encostados na parte de baixo do banco. Qualquer informação adicional, peçam nos comentários ou mandem por correio.

Até a próxima...

:D

16.8.10

Reclinada T-Type

Bah, esqueci (e não tive tempo de contar), e quase perdi a oportunidade. O lance é o seguinte:

O Fred, meu irmão, em conjunto com um colega dele (o Fran, lá do Audax, lembram?) comprou (aram) um quadro de Caloi T-Type, de Al. O projeto evoluiu rápido (rápido demais na minha humilde opinião), e logo não tinha mais sociedade. A partir daí o Fred virou único dono da magrela. Ou até convencer o pai a participar da coisa, 50% cada um...

Nesse meio tempo o Fred fez um banco pra bike, muito massa, de madeira. Dá pra ver algo na foto. Caso tenham algum interesse, comentem.

Contiuando: algo q eu não curti muito na bicicleta foi a rapidez da evolução do projeto. Com uma pontinha de ciúmes, porque meus montes de ferro ainda estão desmontados e os caras fazendo uma bike de alumínio, ora essa! E fica o recado: iniciantes amadores pica-paus, como eu, escolham o ferro! Enquanto o Fred e equipe construiam, eu dizia: "pesquisem, caras, alumínio não é bem assim, blá, blá...". Sabem como é, papo furado de irmão mais velho. Então o Fred montou o mov. central, pedais, correia e testou, ontem de manhã. E depois me vem com essa:

Construtores, aspirantes a tal ou seja lá o que: PESQUISEM, troquem informações, tenham calma (a não ser q tenham muito dinheiro, daí pode). Uma dica legal, ou pelo menos, uma galera q me ajudou pacas: RECLIFÓRUM. Cadastrem-se, mandem informações, peçam outras, serão bem recebidos. Pelo menos eu fui.

:D

P.S.: Fred mandou avisar q o projeto não para! Acho q ele vai tentar algo com PVC e resina epóxi, sei lá...

15.8.10

Sarna - Parte 08


Bueno! Aqui estamos, com mais uma etapa sarnenta ocorrendo. "O que se vê nessas fotos?", pergunta-se o(a) caro(a) leitor(a) no(a) seu(sua) sofá(poltrona). Pois bem! Lembram q o quadro da Sarna tem duas caixas de direção? Ok, na traseira vai o guidão, e na da frente, o garfo. E como ligá-las? Shimples, cabos! Então foram feitas essas duas pecinhas baseadas em mesas, para testes. O conceito funciona, mas tem algo meio torto... Deve ser porque não achei parafusos iguais para todos os furos. Vira mais para um lado do q para o outro. Bem, caso nao dê certo, troco os cabos por algo rígido, tibo um tubinho de alumínio, ou coisa do gênero. E caso ainda não funcione, penso em suicídio pela perda de tempo e coloco o guidão em cima, como uma criança bem comportada. Afinal, todos sabemos q arranjar um guidão decente para se usar embaixo do banco (sem gastar minhas últimas mesadas, importante salientar) é fria.

É, acho q era isso por hoje. Continuem acompanhando a saga da Sarna enquanto me coço!

:D

13.6.10

Sarna - Parte 07.1


Hoje coloquei um garfo e uma roda dianteira na Sarna, pra ver como ficava. Interessante, mas acho q ficou meio comprido. Em uns 5 centímetros, talvez. Tirei algumas fotos comparativas para tentar definir a inclinação do banco, mas ainda faltam estudos na "área". Próxima etapa: concentrar-me (sim, aprendi colocação pronominal) no sistema de direção, remoto e abaixo do banco. A dúvida é fazer a ligação por cabos ou um tubo rígido, de um só lado. Em breve, mais notícias.

:D

P.S: A situação quase ficou crítica ontem. Minha mãe começou a dar sinais de irritação com as 9 bicicletas pela garagem e as duas reclinadas mais o barco no porão.

11.6.10

Sarna - Parte 07 (!!!!)

HEY HEY HEY!

Sim, amigos, a Sarna ainda existe!! Ou melhor, agora passa a existir mais concretamente. Já explico.

Primeiro: meus pedidos de desculpas para todos os desocupados q acessaram o Chinelo diariamente em busca de novos posts e decepcionaram-se com aquela mesma postagem velha, de semana passada. Mentira, não peço desculpas. Assine o Google Reader, vire seguidor e receba minhas atualizações automaticamente, criatura!!

Segundo: acostumem-se com jejuns de posts, meu tempo livre se esvai aos poucos. Espero conseguir recuperá-lo mais tarde...

Terceiro: agora a Sarna é mais real. Aceito doações de peças usadas, novas, sujas, limpas, em bom estado, em mau estado, blá, blá, blá.

E vamos ao que nos interessa, macacada!

Larguei os pedaços de ferro q tinha juntado em dezembro no serralheiro. Ou janeiro, não lembro. Q seja, faz tempo. O cara estava atulhado de serviço, daí falei pra não ter pressa (vai q rola um desconto??). Daí ele fez um pedaço, me esperou pra saber o q fazer em seguida, eu não apareci, daí esperou mais, daí fez, daí eu fui, daí pedi mais coisa, e por aí vai, e cá estamos, em Junho. Hoje fui buscar o resultado.


Ficou legal, soldas ótimas, forte (pra não dizer pesado, com seus singelos 4,1 kg) e com uma regulagem para o boom telescópico, com um parafuso allen. Acho q ficou um pouco maior do que o projeto original, mas tudo bem, pois ficou mais baixo do q eu imaginava, então o banco pode ir um pouco mais pra frente, liberando espaço entre o encosto e a roda para um reforço extra, provavelmente de tubo quadrado, onde o banco pode ser fixo sem problemas.

Nas fotos dá pra ver como é o sistema de regulagem do boom. Melhor do q eu esperava. E, caso se interessem, custou R$ 130,00.


Bom, era isso. Em breve, mais informações...

:D

12.4.10

Será q fui útil?

(clique para ampliar)

Vasculhando as minhas visitas diárias no SiteMeter.com (a média subiu de 12 pra 16 visitas por dia em umas semanas!!) encontrei essa, q chamou minha atenção pela duração (quase meia hora). Essa visita veio da Universidade de Santa Catarina, feita por alguém q pesquisou sobre como fazer reclinadas no Google. A pessoa leu o post sobre a Pequena Reclinada, e saiu do Chinelo direto pro Wisil. Será q teremos mais algum reclineiro? Será q fui útil?

:D

P.S.: Vida longa ao SiteMeter!

12.12.09

Divulgação

Hoje, verificando de onde vem os meus leitores (aqui), vi um da Nova Zelândia. Fiquei curioso, e descobri q ele havia entrado no blog por aqui. Daí q eu lembrei q tinha enviado a foto para lá, mas só hoje o dono do site atualizou-o...

Divulguem seus projetos e ideias! O site do cara foi atualizado e no mesmo dia alguém já olhou, e, quem sabe, resolveu algum problema no seu próprio projeto!

:D

6.12.09

Sarna - Parte 06

Desta vez, os números estão certos! Copiem a vontade...

O quadro já foi pro serralheiro e logo logo estará pronto. Ainda vai faltar o suporte do banco, mas isso é para depois. Acho q vou usar uma coroa 46, e não 48, com eu havia pensado. Motivo: comprei uma pra Flecha mas ficou muito grande, e também porque eu não achei coroas avulsas baratas de 48 dentes, só com conjuntos de 3 (48x38x28). Agora eu já tenho também uma corrente (acho q vou precisar dumas duas ou três) e um pedivela mais curto...

:D

12.11.09

Sarna - Parte 05

Finalmente! Achei os tubos certos! E em Lajeado mesmo...

São canos de água de ferro, com 2,5mm de parede (!!!). Um deve ter uns 3cm de diametro e o outro um pouco menos, com uma folga minúscula q provavelmente vai sumir com a pintura em cima...

Speedeiros e outros ciclistas de performance, não leiam a frase a seguir. Os dois tubos juntos tem 1,2kg (!!!!!!!), mais do q muito quadro por aí...

E trocando um pouco de assunto mas aproveitando o post, meu Vô (o mesmo q patrocinou a chapa de alumínio do banco e construiu o Navio) achou na sua carpintaria uma caixa de sapato com algumas raridades, como duas engrenagens de 21 dentes, uma corrente velha DENTRO DA CAIXA ORIGINAL (made in czech republic), uns 4 pedais esquerdos, tudo com mais de 50 anos de idade.


Aliás, o fato de os pedais serem esquerdos me intrigou bastante, afinal, no porão aqui de casa temos dois pedais sem par (os pares quebraram e sobraram esses), e, por acaso ou nem tanto, também são esquerdos. Curioso...

:D

3.11.09

Youtube neles!

Meio sem o q fazer durante o fim de semana, preparei estes dois vídeos, sobre os "Frankensteins" q moram na minha garagem:



Fiquem a vontade para plagiá-los...

:D

25.10.09

Sonho de Consumo

Acho q esse é um dos meus maiores sonhos de consumo:




Se chama Go-One³, e é um velomobile alemão, com assistência elétrica. Custa um pouco mais q um carro (lá), mas com certeza vale a pena, poder pedalar na chuva sem se molhar, encarando subidas chatas com motor elétrico, protegido contra acidentes, sem emitir poluentes e com esse visual mega legal!


É feito de uma mistura de kevlar, fibra de carbono e fibra de vidro (resultando na chamada "Go-One³ Modified Fiber") e pesa 30kg (pouco, considerando a aerodinâmica e a "mãozinha" do motor elétrico...)

:D

21.10.09

Sarna - Parte 04

Pois é.

O projeto anda meio parado desde as últimas postagens. Ainda estou procurando uma solução para o boom telescópico. Um cara no Recliforum me indicou um comércio de tubos em PoA, mas ainda não tive chance de ir até lá conferir. Se eu não conseguir os tubos prontos, acho q vou procurar uma bicicleta ergométrica, ou melhor, o canote de uma, afinal, os canotes de bikes assim geralmente são mais grossos (não tem preocupação com o peso final), se encaixam, vem pintados (um luxo), tem furinhos e até um pino para colocar nos furos de ajuste.


Para não ficar muito tempo sem postar nada sobre a Sarna, preparei uma visualização do quadro dela com as medidas, caso alguém queira se basear nela para iniciar algum projeto.


As medidas são provisórias, porque ainda tenho muito tempo para adotar novas ideias e corrigir erros, mas atualmente é esta a Sarna!

:D

*UPDATE* (22/11/09) - Mancada! O tubo principal tem 35 cm, não 30cm... Caso alguém tenha construído a bike (o q eu acho meio improvável) seguindo as medidas erradas, eu gostaria de saber o resultado, já q isso interfere no entreeixos, na dirigibilidade, na altura e outros "n" fatores.

1.10.09

Sarna - Parte 03

Depois de ficar meia hora olhando alguns estereogramas, escrevo mais um pouco sobre a Sarna. Na foto abaixo mostro o primeiro protótipo, de onde eu tirei as primeiras medidas:
Agora sobre o banco, sempre uma odisséia a parte. Depois de ter feito o banco da outra reclinada com a penas duas tabuas retas (uma pro encosto outra pro assento), vi que isso gerava um buraco entre a parte debaixo das costas e a quina do banco, e q depois de um certo tempo isso fica dolorido, e foi aí q eu entendi a causa daquele formato em S dos bancos "oficiais" e comecei a tentar copiar este aqui.
Como se vê (mal) na foto acima, primeiro eu fiz uma base de MDF, e depois, com aquele paralelogramo de madeira dando a inclinação, preguei uma tabua onde ficaria a coluna. Em cima, o triângulo para definir as costas. Depois, preguei em cima de tudo uma chapa de fórmica, q se dobra em um formato mais "suave". Como se vê na foto abaixo, a curvatura do meio das costas é causada por um bloquinho de madeira enfiado entre a tábua e o laminado (na base da tentativa e erro).
Na frente, com mais um bloquinho, eu fiz uma inclinaçãozinha, porque o corpo desliza sem ela. Talvez com estofado não ocorra, mas melhor garantir.

Uns dias atrás eu comprei então uma chapa de alumínio (30x100 cm), e dobrei-a no formato do banco. Agora falta o quadro para pôr embaixo. Ainda não pensei em nenhum suporte pois quero o banco fixo e o cano da frente (o do movimento central) telescópico. Mas ainda não achei os tubos certos. SE ALGUÉM QUE LÊ ESTE BLOG SABE ONDE ACHAR TUBOS QUE SE ENCAIXEM PERFEITAMENTE (ou quase, e que não tenham tamanhos esdrúxulos para uma bicicleta), POR FAVOR, ME AJUDE!

:D

26.9.09

Sarna - Parte 02

Continuando...
Depois de pensar um bocado, cheguei a um desenho assim (com logo e tudo) :


Consegui a traseira de um quadro velho, duas caixas de direção, freios, cabos, movimento central, e etc (na pilha de lixo atrás da bike shop) e ficou assim:



Na foto se nota o protótipo do banco, assunto de algum post mais adiante. Por enquanto fiquemos no quadro.

Esses dias eu mandei esses retalhos no serralheiro, e apresentei a minha proposta de tubo telescópico na frente. Procuramos algum tubo do tamanho certo (38 mm de diâmetro interno) e não achamos nada, nada mesmo.

Voltei pra casa triste e derrepente pensei "por que não usar um canote e um tubo de canote, ou melhor, dois (pra ficar mais forte). É só eu achar mais dois quadros velhos e pegar uns canotes velhos aqui em casa. Bingo!". Voltei pro serralheiro, apresentei a nova idéia, e mais frustração. Segundo ele, pelos tubos serem muito finos, provavelmente ficaria torto, pois a solda "puxa" pros lados. Então tá, procuramos mais alguns tubos e achamos um q se encaixava legal em outro. Detalhe: o de dentro, com 40 mm de diâmetro externo, era uma peça da suspensão de uma moto, eu acho, e devia pesar uns 5 quilos, pois era todo cheio de estruturas por dentro...

Voltei para casa com o movimento central e seu tubo na mão pensando em como fazer. Se o quadro for inteiriço, o banco não poderá ficar apenas apoiado no quadro, temos q bolar uma estrutura móvel q não comprometa a rigidez, e isso é um saco. A outra opção é continuar procurando os tubos certos. Então, se alguém quiser ajudar com doações, preciso de um tubo de ferro com diâmetro interno de 38 mm OU um com 40 mm de diâmetro externo.

:D

19.9.09

Sarna - Parte 01

Depois da reclinada pequena, no início do ano decidi fazer outra, dessa vez com rodas grandes. Se chama Sarna (fazendo alusão à Varna, q atingiu 130km/h...). A principal idéia era o monotubo, a la Bacchetta e Volae. Então comecei as pesquisas. Achei duas bikes bem interessantes: a Performer Carbonbent e uma outra caseira, nesse site.

<-- a caseira... Para ser mais simples, à princípio terá apenas sete marchas (o q elimina o câmbio, o cabo do câmbio, aquele pedaço do quadro q segura o câmbio, duas coroas, um trocador e peso....) e a direção embaixo do banco (elimina a mesa comprida). Olhando a foto eu achei o banco muito alto, e para baixá-lo sem tirar o garfo do lugar eu pensei em direção remota. Outra ideia é o banco fixo e o tubo da frente telescópico... O primeiro modelo ficou mais ou menos assim:<- Blender
Em breve posto a continuação....
:D

13.9.09

A Pequena Reclinada

No ano passado eu e meu irmão decidimos q era hora de ter uma reclinada... E nós q iríamos fazê-la. Um dia, fuçando na net, achei um projeto legal. Claro q eu não fazia a menor idéia de como coisas como o peso, a aerodinâmica e etc influenciam no resultado final, mas os únicos propósitos eram ter uma reclinada e sem gastar muito (quase nada, na verdade). O q eu achei foi o seguinte.

Aliás, experimentem este site. Bem legal.
Missão nº 1, conseguir a bike base e mais um quadro:

Depois de convecer o pai a entrar na brincadeira (cada um com um terço dos custos e da bike, mais futuras manutenções, ótimo negócio), começamos a função. O Fred, meu irmão, tinha uma pequena mountain bike aro 24, q não usava mais pq estava pequena para ele. Então lá fomos nós com a bike velha (q devia valer uns 120 reais) para a bike shop da cidade. A idéia era tentar trocar por uma mountain bike aro 20 (usada :p) e mais algumas peças, como corrente, freios e etc. Saímos da loja superfelizes, com uma mountain bike azul pequena sem banco (mas com câmbios e rodas, um luxo) e mais uns R$60,00 de crédito na bike shop. O quadro extra (pra fazer a parte da frente) até foi fácil de achar. A pilha de lixo atrás de lojas de bicicleta é incrível (e geralmente de graça :D). Era um quadro monark de mountain bike azul claro. Pelo menos ia combinar com o outro...

Missão nº 2, medir, cortar e soldar:

Medimos tudo com precisão, a maior q nossos olhos permitiam (leia-se "olhômetro"), cortamos os pedaços do quadro velho, desmontamos as peças da bike "nova" e mandamos tudo para um serralheiro, q adorou a idéia, mas não a negociação (lembrem-se: tem q ser barato!):


Missão nº 3, o banco:

Agora q vem o pepino: o banco! Geralmente o banco é a parte mais difícil de adaptar em reclinadas caseiras. O da foto lá de cima até q parece bem simples e um tanto leve, mas como marinheiros de primeira viagem não tínhamos a mínima noção de muitas coisas, então melhor deixar o negócio forte, só pra garantir. Resolvemos fazer primeiro um molde de madeira pra acertar a inclinação do encosto, a largura, a altura e etc. O protótipo eram duas chapas de compensado ligadas por um "L" de ferro, q dava pra dobrar até achar a inclinação certa. Depois ia um toco de madeira pra "travar" o encosto na posição "mais anatomica". A idéia era fazer o banco correr pra frente e pra trás em cima do tubo para fazer o ajuste dos tamanhos. Os tubinhos telescópicos da bike "original" pareceram meio complicados, então bolamos uma espécie de bagageiro com trilhos q se alongavam até o meio do tubo. Acho q a diferença ficou em uns 5 kg (a mais)... De novo pro serralheiro. O banco virou uma estrutura de ferro (aqueles com perfil em "L") onde depois encaixamos duas tabuas estofadas (maravilha, é estofado!!) e quatro pinos em baixo q encaixavam nos trilhos do "bagageiro". Com certeza o banco é a parte mais pesada dessa bicicleta :D...
<--o protótipo... :D

Missão nº 4, os detalhes:

Depois disso tudo vieram os detalhes: guia pra corrente (uns pinos soldados no quadro com rodas de skate pra dar mais atrito :D ), mesa, cabos, cambios, correntes, e por aí vai...
Aos poucos ela vai evoluindo. Agora já tem roda dianteira nova, um freio de alumínio, punhos, um alforge...

Veredito:

É para poucos. Quem está em duvida entre uma Bacchetta e uma Velokraft deve pensar seriamente em uma dessas... É lenta, tem peças velhas e é muuuuuuuito pesada. Mas é confortável, tem a dirigibilidade muito boa e espalha alegria por onde passa. A gente usa ela principalmente para ir à escola ou fazer alguma coisa no centro da cidade, bem urbana. Só para constar: 21,3 kg....
<-- O Fred...
<-- Eu... Dá para notar q ela evoluiu um pouco entre as fotos. Saiu a bandeira e entraram uma roda, os punhos, freio dianteiro e alforge.... :D